26 setembro 2007

LÍNGUAS SILENCIOSAS

Metade dos cerca de 7.000 idiomas em todo o mundo deve sumir até o final do século, em alguns casos à velocidade aproximada de uma extinção a cada 14 dias. A estimativa é resultado de uma investigação financiada pela National Geographic Society, que apontou as cinco regiões do planeta onde há mais línguas ameaçadas de extinção: Sibéria oriental, norte da Austrália, centro da América do Sul, Oklahoma e litoral noroeste do Pacífico nos EUA e Canadá. Os dados completos estão em www.languagehotspots.org. O sumiço das línguas tem ocorrido tanto por morte das pequenas populações que ainda as falam quanto pelo simples desuso. Elas não são passadas para as novas gerações, que falam apenas a língua mais comum no país, como Português, no Brasil, e toda a cultura daquele povo acaba ficando restrita aos mais velhos da tribo.

Brasil: poucas vozesPelo levantamento feito pela National Geographic, as línguas de povos que vivem em Rondônia apresentam um nível de risco muito alto de sumir, enquanto as línguas faladas por populações indígenas do centro-sul do Brasil estão em alto risco. Lingüistas que estudam o problema no país, no entanto, acreditam que a situação aqui é bem pior que a demonstrada por Harrison e Anderson.A dupla considera, por exemplo, que o wayoró é falado por cerca de 80 pessoas em Rondônia. Segundo Denny Moore, do Museu Emílio Goeldi, são menos de dez os falantes. Outros povos nem chegaram a figurar entre os de língua mais ameaçada pelos americanos. Um caso é dos canauê, também de Rondônia, cuja língua é falada por oito pessoas. Algumas línguas indígenas estão literalmente à beira da extinção no Brasil porque as poucas pessoas que as falam simplesmente não têm para quem transmitir o conhecimento. No Paraná há só um falante da língua do povo xetá:"Ele é um solteirão, que dificilmente vai passar sua cultura para frente. O caso se repete na região de Altamira, no Pará, onde somente uma mulher xipaia fala a língua de seu povo. No mesmo local, entre os curuaia, vivem somente dois falantes.(Fonte:Folha de São Paulo) – 24/09/2007 (WWW.educared.org.br)

24 setembro 2007

VIVER UM GRANDE AMOR

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VIVER UM GRANDE AMOR


Depois Daquela Viagem, conheci Poliana, A garota Com olhos de Betticeli que me fez ver que sempre há Uma Luz no Fim do Túnel.
Ela despertou em mim Anjos e Demônios.Foi maravilhoso O Primeiro Beijo foi como Um Sonho de Verão. Me senti como se estivesse em uma festa no Céu, um delírio infantil, mas tão poderoso quanto os feitiços de Harry Potter.
Foi então que o mundo caiu, ela me deixou, o ultimo encontro foi marcado pelo Beijo da Morte, da minha morte, pois não podia viver sem ela. Não depois de tudo que passamos, nosso amor acabou graças a uma mistura de Orgulho e Preconceito, uma mistura fatal para o coração, que afetou também meus Sinais Vitais, pois o amor é contagioso, devia ser um Contágio Criminoso, pois pode destruir uma pessoa... Como me destruiu...
Hoje estou bom, superei a minha dor, encontrei um novo amor, não tão forte, nem tão poderoso, mas indispensável para minha sobrevivência, agora estou indo De Volta Para Casa, para continuar minha vida, uma vida renovada vou, voltar para a praia e permitir que meu coração que guarda tantos Segredos seja Arrebatado pelo Mar.
Afinal não posso me desesperar, pois como ela mesma me ensinou, Sempre Haverá um Amanhã.

Vários livros, várias histórias, a mesma mensagem... Não importa se a história é real ou fictícia. Vale a pena ler.


Esta é uma obra de arte dos nossos alunos do 2º D - Betânia , Marcela, Naiara e Gleidsom leitores assíduos que, após a leitura de vários livros começam a fazer seus próprios textos, usando a criatividade para apresentar aos demais uma parte do acervo de nossa biblioteca.