Queridos professores e alunos. É inegável a revolução que os Blogs estão fazendo na comunidade mundial. O saber se expressar pela escrita, passa por vários momentos evolutivos na vida do estudante. Entre todos o momentos, o mais importante é quando o indivíduo se apaixona pelo ato de ler. Diante dessa revolução tecnológica, se expressar através do Blog - é se expor, se emocionar, se conscientizar do poder da leitura para a formação da cultura pessoal. O relato abaixo pertence a uma blogueira que através dos seus registros caracteriza o resultado de investir: em Leituras, Leituras e Leituras.
"Se, todos os dias, os professores se confrontam com textos lamentavelmente produzidos, idéias confusas, enunciados mal elaborados, erros de ortografia, pontuação incorreta e, mesmo, péssima caligrafia, é porque algo está errado e algo há a fazer. Não basta atribuir culpa às poucas leituras efetuadas pelos jovens, ou mesmo ausência destas, não basta apontar o excesso de televisão e as novas tecnologias e descomprometermo-nos. É preciso que o aluno não termine a escolaridade sem saber falar e escrever de modo a ser entendido. O nível escrito, as lacunas dos jovens são mais notórias, talvez porque estes se limitam, muitas vezes, a passar para o papel aquilo que diriam conversando.
Há que criar condições que lhes favoreçam um conhecimento organizado da sua experiência de falantes. Perguntamo-nos, porém,… como ensinar, e para quê, uma coisa que todos conhecem e diariamente usam?
Não basta que utilizemos à língua, mas que a utilizemos com correção e com disciplina. E surgem, de novo e sempre, as normas. Normas que nos remetem para o ensino da gramática.
Onde tem a gramática errado nos últimos anos?Mesmo sem o sabermos, nós fazemos à gramática inerente à nossa competência de falantes. Testamos e construímos as nossas próprias regras. Lembro do meu filho, pelos 3 anos, dizer frequentemente “Eu gosto do à mamã”. E eu, porque achava engraçado [mãe tem destas palermices :)], passei a, com ele, usar expressões semelhantes (“Onde está o livro do a mamã?”), até que, passados uns dias, ele responde "Não se diz do a mamã”. Ou seja, através de exemplos de outros contextos, sem aprender gramática, o filhote fez a sua própria regra e a sua [e minha:)] correção.
Onde tem a gramática errado nos últimos anos?Mesmo sem o sabermos, nós fazemos à gramática inerente à nossa competência de falantes. Testamos e construímos as nossas próprias regras. Lembro do meu filho, pelos 3 anos, dizer frequentemente “Eu gosto do à mamã”. E eu, porque achava engraçado [mãe tem destas palermices :)], passei a, com ele, usar expressões semelhantes (“Onde está o livro do a mamã?”), até que, passados uns dias, ele responde "Não se diz do a mamã”. Ou seja, através de exemplos de outros contextos, sem aprender gramática, o filhote fez a sua própria regra e a sua [e minha:)] correção.
Para conhecer, o sujeito tem de agir sobre os objetos, e, quando falamos de língua materna, os objetos são as letras, as palavras, os textos. Com eles aprendemos a ouvir/falar, ler/escrever.
Todos os discursos devem ser permitidos visando o confronto com todas as ideologias. E, dentro da pluralidade de discursos, cabem o oral e o escrito (sendo que o código escrito é ainda mais complexo), o literário e o não literário.
Para que os jovens se auto-corrijam é necessário que produzam os seus próprios enunciados, partir da frase para o texto, entendê-lo na sua totalidade, pois que desestruturando e reestruturando tomamos contacto com o seu funcionamento, apercebemo-nos da sua coerência.
Para que os jovens se auto-corrijam é necessário que produzam os seus próprios enunciados, partir da frase para o texto, entendê-lo na sua totalidade, pois que desestruturando e reestruturando tomamos contacto com o seu funcionamento, apercebemo-nos da sua coerência.
A composição mexe mentalmente com todas as nossas estruturas e leituras, de nós e dos outros.
Urge escrever.
A escrita serve para a nossa própria correção. Observar, observando-nos. Inventar, inventando-nos. Criticar, criticando-nos.
Urge ler.
Urge escrever.
A escrita serve para a nossa própria correção. Observar, observando-nos. Inventar, inventando-nos. Criticar, criticando-nos.
Urge ler.
As leituras apresentam-se como um dos artifícios ao qual recorrer, pois que conviver visualmente com as palavras escritas promove a correção. É preciso incentivar desde cedo esse gosto.
Pouco importa se a criança ou adolescente lê banda desenhada, cordel ou afins importa, sim, que o “bichinho” se instale. O tempo fará o seu labor, e, leitor conquistado é para sempre".
Não deixe de ler este blog. Vale a pena conferir!
Leu? O que mais gostou do Blog da Teresa?

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